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Entenda as diferenças entre gestão horizontal e vertical

Até alguns anos atrás não existia o debate sobre diferentes estruturas organizacionais ou qual seria o melhor modelo de gestão para cada empresa. Isso não acontecia porque existia basicamente apenas uma forma de se organizar um negócio, o modelo vertical. Porém, atualmente tem havido muitos debates sobre buscar adequar sua gestão ao momento específico em que sua companhia se encontra, não mais o contrário, visando sempre manter o melhor ambiente de trabalho para todos e, consequentemente, mais produtividade. Quer saber mais sobre gestão horizontal e vertical? Continue acompanhando o texto.




Modelo vertical:


Esse seria o modelo tradicional de organização. Se baseia em uma estrutura hierárquica bem definida, na qual todos os colaboradores sabem qual é o seu cargo e quais são suas obrigações correspondentes dentro da empresa. Aqueles que ocupam cargos de liderança serão os que tomarão as decisões finais e que sempre estarão no controle de tudo. Eles estão no topo da pirâmide. Dessa forma, o que muitas vezes ocorre é uma falta de transparência dos motivos por trás dos processos. Os funcionários da empresa, que estão abaixo dos líderes, fazem o que lhes é pedido, mas não entendem completamente o por que de estarem executando tais tarefas.

Por outro lado, esse tipo de estrutura permite que as decisões sejam tomadas mais rápido, o que é uma forma de otimização. Isso ocorre porque menos pessoas opinam na hora de decidir como tudo será executado. Mas isso também indica que nesse modelo há uma menor comunicação entre os setores da empresa.


Modelo horizontal:


Essa estrutura organizacional tem sido amplamente utilizada nos últimos anos, principalmente por empresas mais jovens e associadas a tecnologia. Ela propõe que haja uma maior flexibilidade nas tomadas de decisão. Não são apenas os líderes os responsáveis pelas palavras finais de cada projeto, e sim, as equipes como um todo. Dessa forma, todos os colaboradores seriam importantes, o que gera um maior senso de pertencimento e, consequentemente, maior motivação da equipe.

Os gerentes, diretores e até mesmo o CEO tornam-se facilitadores das ações. Todos ganham mais autonomia, as responsabilidades são melhor divididas e a comunicação, clara, constante e eficiente torna-se um pilar muito importante. Contudo, dentro desse modelo muitas vezes os colaboradores podem se sentir confusos quanto às suas obrigações, já que não há uma grande especificação, e os processos podem ocorrer de maneira mais vagarosa, por haver uma maior abertura para mudanças.


Qual é o melhor modelo de gestão?


A resposta para essa pergunta pode ser um tanto quanto frustrante, mas a verdade é que uma estrutura não é melhor do que a outra. Ambas apresentam tanto benefícios quanto dificuldades em sua implementação. Por isso, é preciso saber qual o perfil da sua empresa no momento atual para entender qual forma organizacional irá melhor atendê-lo. Também é possível combiná-los para obter melhores resultados para sua realidade, assim como a Netflix e a Google tem feito.

Para saber mais sobre processos organizacionais e como realizar otimizações dentro da sua empresa clique aqui.


Texto feito por Luísa Raad

Produtora de conteúdo da RH Jr.

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